Política

É FÁCIL SE DESTRUIR PELA VAIDADE E EGOS INSUFLADOS

Se Leo Mendanha e Maguito Vilela estivesse aqui, essas coisas não estariam acontecendo

Na política somos responsáveis pelo que plantamos e devemos colher nada mais do que aquilo que semeamos. O povo, que é um inconsciente coletivo, saberá lembrar de cada ato daquele que elegeu. O voto ainda possui a força de construir, e o que é pior, derrubar mitos políticos. Quando Gustavo Mendanha (MDB) um fenômeno da política goiana, se impôs como candidato à prefeito de Aparecida de Goiânia, possuía menos de 1% de intenção de votos.

Era portanto um ilustríssimo desconhecido presidente da Câmara de Vereadores na sombra de um partido e encastelado pela gigantesca figura de Maguito Vilela que, prefeito que seria capaz de eleger até o Zé da Esquina como seu sucessor. Maguito não tinha salto, andava com os pés no chão, por isso sentia a terra onde pisava. Jamais se sentiu dono da verdade – principalmente a verdade política.

Outro nome que teve papel fundamental na eleição de Gustavo foi seu pai, o saudoso Leo Mendanha – recolhido por Deus no desastre que nos recaiu, a covid – peste que levou também Maguito e muitos outros. Pessoas a quem nossos políticos estropeados pela altura de seus tamancos à 15 centímetros de altitude, deveriam olhar pra si mesmos e adivinhar que “devemos colher aquilo que plantamos.” Ora, Vilmar Mariano (MDB) pode ter suas diferenças de temperamento e modo de fazer gestão em relação a Maguito e Gustavo, principalmente se ele pegou a prefeitura no período pós-covid, período das vacas magras e com um presidente que arrastou o País para a desgraça democrática intentada pelo 8 de janeiro e muito mais outras coisas da obscenidade política nacional.

Mas insisto, ele é o prefeito trazido à luz do paço municipal, não pela sorte, mas pelo acordo político costurado que o alçou a condição de vice – e hoje, dele demanda a ordenação do que fazer ou não fazer no município. É dele a caneta. O eleitor, creio, não achará justo dizer que não se deve apoiar esse ou aquele candidato por conta desse ou daquele índice de pesquisa, pesquisas que na maioria não são confiáveis. Números esses inconfessáveis, por trás dos quais pode haver os mais indecentes dos interesses – o de ressuscitar fantasmas enterrados pela mediocridade enquanto deputado federal ou qualquer outra coisa que o valha.

WALDEMAR REGO Jornalista

Waldemar

Waldemar Rego é jornalista formado pela Faculdade Araguaia com diploma reconhecido pela Universidade Federal de Goiás UFG com extensão na área de mídia e política no cinema, fotografia jornalística e publicitária, diversidade cultural da mulher na comunicação, comunicação em tempos de mídias sociais, identidade visual em peças publicitárias e no jornalismo. Waldemar Rego também é artista plástico escritor e poeta.

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